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terça-feira, 19 de julho de 2016

Eis-me aqui!

Moisés resistiu ao chamado do Senhor, de guiar o povo de Israel para fora do Egito, por focar em suas próprias deficiências e nas dúvidas do povo. Moisés até podia não ser o melhor orador, mas isso não importava, visto que a Palavra de Deus falaria (v. 12).
Tal como Moisés, nós cristãos fomos chamados a falar a Palavra de Deus. Essa é uma missão importante, afinal é através da Palavra que Deus “opera no coração das pessoas o verdadeiro arrependimento e reconhecimento dos pecados, bem como fé verdadeira no Filho de Deus, Jesus Cristo. E, por esse meio, e não de outra maneira... Deus quer chamar as pessoas à salvação eterna” (FC DS II 50).
Senhor, abençoa minha boca para que eu possa falar tua Palavra claramente e com sinceridade. Amém.
Leia Êxodo 4.1-17

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O PAÍS MAIS FELIZ

Você sabe qual é o país em que moram as pessoas mais felizes do mundo? Fiz esta pergunta aos meus alunos de Ensino Religioso e a resposta que mais ouvi foi: Brasil

De fato, quando passa na televisão cenas de países onde as pessoas comem insetos, ou onde algum maluco entra armado em uma escola atirando em criancinhas, minha esposa costuma exclamar: - "Bom mesmo é o Brasil!"

Interessante esta constatação. Nós nos julgamos felizes. E Realmente não são muitos os brasileiros que trocariam sua pátria por alguma outra.

De qualquer forma, se você respondeu Brasil à pergunta: Qual o país onde moram as pessoas mais felizes do mundo? Você se enganou. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada por cientistas da universidade de Leicester, no Reino unido, comentada aqui no Brasil pela Revista Época, de 21 de Maio de 2010.

Segundo a pesquisa, a Dinamarca é o país mais feliz do mundo.

Mas afinal, porque se chegou a esta conclusão. A Dinamarca não é nenhum paraíso tropical. Pelo contrário. Sua temperatura chega aos 20 graus abaixo de zero em seus longos invernos. É também o país com carga tributária recorde, maior do que 40%. Os dinamarqueses porém não estão insatisfeitos com isso: as ruas do país são limpas e seguras. A saúde é um direito de todos. De verdade. O governo investe 20% do seu PIB em saúde. Aqui no Brasil, para se ter uma ideia são apenas 4%. Nenhum dinamarquês fica penando em filas intermináveis para ser atendido. E a educação? É totalmente gratuita. Mesmo a faculdade. E durante os anos de escola, os jovens dinamarqueses recebem uma ajuda de custo do Estado. Quando começam a trabalhar, entram em programas de formação contínua. Estão constante reciclagem.

A Dinamarca tem outra peculiaridade interessante. Cerca de 87% de sua população é formada por cristãos luteranos. Sim, a Dinamarca é um país luterano. Não é um estado laico como o Brasil. A Igreja Luterana é a igreja oficial do país. Apesar de apenas 5% dos Dinamarqueses afirmarem que vão a igreja regularmente, a maioria, mesmo não frequentando os cultos, gosta de ser chamado de luterano e se considera como tal.

Com certeza, é desta tradição luterana que saiu o princípio que é considerado o principal responsável pela felicidade dos dinamarqueses: A máxima de que você não é melhor do que ninguém. Logo, igualmente, ninguém é melhor do que você.

Enquanto em nossa sociedade a educação está baseada em criar vencedores: a melhor média no ENEM, a primeiro lugar no vestibular, o campeão que passa em todos os concursos, etc. E consequentemente deixa para trás uma multidão de “perdedores”, na dinamarca não é bem assim. Os jovens são educados para um mundo inclusivo. Todos são bem preparados para o trabalho, o trabalho agrega todos, premia todos. Ninguém é melhor do que ninguém. Como Lutero gostava de lembrar: somos todos igualmente pecadores. E em Cristo todos igualmente perdoados por graça.

Ainda que pareça uma utopia nesta nossa sociedade tão competitiva, aqui no Colégio Concórdia, baseado em nossa Filosofia Luterana de Educação, tentamos colocar em prática este princípio que faz os dinamarqueses sorrirem e se considerarem tão felizes. Ninguém é melhor do que ninguém. Queremos crescer juntos, e se existem diferenças, e elas existem é claro, é para que possamos nos auxiliar mutuamente.

Se isto crescer e se multiplicar, talvez um dia iremos acertar ao dizer que o Brasil é o país mais feliz do mundo!

Talvez até nisto o exemplo venha de onde menos se espere:

Conta-se que há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.

Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.

Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás.

Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar".

E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos ate a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.

E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa historia ate hoje.

Porque? Por que, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. É isto que significa a palavra bíblica que diz: Em Cristo somos mais que vencedores. Vencer para o cristão é vencer junto e vencer pela fé. E saber que esta é a verdadeira vitória: Estar em Cristo, pertencer a ele e desejar que outros pertençam também.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cristianismo e Educação

Pastor Fernando E. Garske

Quando pensamos em educação frequentemente lembramos a vocação da Igreja Cristã para o ensino. Não é de hoje que cristãos criam e mantém escolas e Universidades.

Lembro isso porque tenho ouvido algumas pessoas afirmarem que “fé é coisa de gente sem instrução”. Alguns afirmam que, quanto menos conhecimento uma pessoa tem, mais ela estará disposta a crer em um deus.

Richard Dawkings, famoso pregador do ateísmo, disse que a falta de informação é que leva as pessoas a recorrer à fé religiosa. E é interessante como esta afirmativa de Dawkings é aceita por muitas pessoas. Lembro da minha juventude na escola quando entre os colegas existia a idéia de que os alunos mais espertos eram aqueles que se diziam ateus. E esta mentalidade ainda existe.

Muitas pessoas medíocres pensam ganhar um certificado de sabedoria apenas por afirmar que Deus não existe. Afinal, dizem, pessoas inteligentes não podem crer que o mundo foi criado em seis dias. Nem que a Bíblia é a Palavra inspirada por Deus e isenta de erros.

A expressão de Marx de que “a Religião é o ópio do povo”, continua a ser repetida de peito aberto. E com isso se insinua que o objetivo da fé é alienar as pessoas e torná-las ignorantes.

Podemos até concordar que o fanatismo religioso e as superstições escravizam e dominam. Religiões fanáticas e supersticiosas realmente não combinam e nem querem saber de ensino e conhecimento. Mas isto não tem nada a ver com a fé cristã. Pois esta, historicamente, tem demonstrado zelo e amor pela educação.

O próprio Jesus deu aos santos apóstolos a ordem de fazer discípulos batizando e ensinando. É claro que aqui se fala do ensino do Evangelho. Os pais eclesiásticos cedo introduziram na Igreja o sistema de catequese. Martinho Lutero, ao se defrontar com uma Alemanha de analfabetos, que por isso não podia ler a Bíblia, escreveu um tratado com o título: “Aos conselhos de todas as cidades da Alemanha, para que criem e mantenham escolas”. E aos pais desmotivados em enviar seus filhos à escola escreve: “Uma prédica para que se mandem os filhos à escola”. Estes escritos estão no volume 5 das Obras Selecionadas de Lutero, em língua portuguesa.

Além disto, gostaria de dividir com os leitores um pouco da história da criação de uma pequena escola: Apenas seis anos após a chegada dos cristãos puritanos a Massachusets, nos Estados Unidos, a Corte Geral daquela colônia aprovou investir algum dinheiro para a criação de uma escola. Mas não era suficiente. Foi então que o pastor John Harvard fez uma doação de cerca de 800 libras. Isto era a metade de tudo o que ele tinha. Doou também livros que somavam cerca de 260 títulos. Uma verdadeira Biblioteca. E o Colégio foi criado em 1636 na vila de New Town. Após a morte do pastor a escola passou a ser chamada com o seu nome e até hoje ela existe sendo conhecida como Universidade de Harvard (A melhor universidade do mundo). Sim, a melhor universidade do mundo foi fundada por cristãos com o objetivo de dar ensino cristão aos jovens.

A própria pedagogia moderna também mistura a sua história com a história da igreja. O pai da pedagogia moderna “Comenius” era um dedicado pastor que acreditava na educação. No século 17, Comenius escreve “Didática Magna” onde defendia que educar era ensinar “tudo a todos”. Lançou assim os pilares do ensino obrigatório tanto a meninos quanto a meninas, sistematizou a educação e defendeu a criação de escolas atraentes, que incluíssem recreação e o lazer aos alunos.

Olhando para a história da Igreja Cristã somos convencidos que a afirmação do ateu Richard Dawkings é enganosa. O cristianismo não se apóia na ignorância, mas promove e incentiva o ensino e o crescimento.

Conforme o grande amigo de Lutero, Felipe Melanchton, disse certa vez: “A ignorância é a maior adversária da fé, e, por isso, ela deve ser combatida”. Esta é a razão pela qual, como Igreja insistimos em manter escolas cristãs. Está em nosso coração esta vocação pelo ensino, este amor pela educação. Especialmente a educação que leva aos jovens o conhecimento do Salvador Jesus Cristo. Igreja e escola – tudo a ver.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

JÁ VEM PERTO O NATAL

As ruas já receberam enfeites. A limpeza “mais pesada” de nossas casas e quintais aos poucos também vai acontecendo. O sol começa a brilhar com mais força e a temperatura sobe. Os pastores já estão convidando crianças e jovens para os ensaios do Programa de Natal. O ano se encaminha para o final e o Natal se aproxima. E como já é tradição, quando o Natal se aproxima as coisas começam a mudar.

Mas será que nossa tradição Natalina de mudança, renovação, limpeza e beleza faz sentido?

É claro que sim. Porque ela é um símbolo de algo que não é tão fácil de ver, pois acontece dentro de nós.

O Natal nos lembra a vinda do Salvador Jesus. Foi na noite de Natal que nasceu o Emannuel, o Deus que está com a gente. É no Natal que Deus cumpre sua promessa, enviando o Messias (Esta palavra quer dizer: Aquele que foi escolhido para ser Rei). Ora, convenhamos, não podemos receber ao Rei Jesus de qualquer maneira.

Os reis do mundo, quando viajavam, eram precedidos pelos “arautos”. Eles avisavam o povo da cidade que o rei estava chegando e então começava toda uma preparação. A Bíblia também fala de um arauto. João Batista é seu nome. Ele prepara o caminho do Senhor. Não, sua intenção não é preparar ruas e casas, mas corações. E João Batista lembra que não existe preparação melhor do que o arrependimento. “Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto!” (Mt 3.2). Esta era a pregação do profeta.

Na verdade, quando enfeitamos nossas ruas, praças e casas, estamos tornando visível uma mudança que acontece primeiro em nosso coração, quando rejeitamos e jogamos fora as coisas erradas e ornamos nossa vida com a confiança no perdão de Deus. A verdadeira preparação para o Natal e o Advento de Cristo é o arrependimento.

“É claro”, você pode dizer, “mas não é bem nisso que estão pensando aqueles que enfeitam a cidade. Eles estão mais preocupados com o comércio e as vendas.”

Concordo!

E é por isso que o mundo continua precisando de arautos como João Batista. E Deus conta também com você. Se o Natal anda meio vazio, é porque estamos deixando de falar sobre seu real significado. Estamos deixando de confessar que este Menino que veio a nós naquela noite especial nos deu perdão, vida e salvação e em breve irá retornar para julgar os vivos e os mortos.

Ninguém deve estar desprevenido quando este grande dia chegar. Mas sim preparado pelo arrependimento e fé verdadeira. Que toda a beleza natalina nos aponte nesta direção: beleza de coração, arrependimento e fé. Assim, esperemos o Rei que vem e comemoremos o Natal.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Salmo 90.12

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"Ensina-nos Senhor a contar os nossos dias!"
Que esta oração faça parte da nossa vida!
Como é fácil fixarmos nosso olhar nas coisas deste mundo,
olharmos para toda e qualquer direção
e sem perceber deixar para trás a cruz de Cristo e seu amor.
Que Deus Espírito Santo,
pela Santa Palavra nos faça,
a cada dia voltar o nosso olhar para o alto,
para as coisas de Deus,
para a cruz do perdão, vida e Salvação!
"Ensina-nos Senhor a contar os nossos dias para que alcancemos um coração sábio".

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

DIA DAS BRUXAS X DIA DA REFORMA

(Retirado e adaptado do Mensageiro Luterano Out/08 - Rev. Paulo K. Jung)

Halloween, também chamado de "Dia das Bruxas", ou, como se encontra no dicionário da língua portuguesa, “véspera de todos os santos", é um termo originário da Irlanda Céltica do século V d.C. Acredita-se também que o nome Halloween tenha origem no termo hallowinas, nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras da Escandinávia.

Uma lenda celta fala que os espíritos de todos os que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuí-los e usá-los pelo próximo ano. Como os vivos não queriam ser possuídos, eles apagavam as tochas e fogueiras de suas casas na noite de 31 de outubro, vestiam-se com fantasias e desfilavam pelas ruas fazendo muito barulho a fim de assustar e espantar os espíritos.

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava. Foi então que o dia de Halloween passou a ser conhecido como "Dia das Bruxas". Os Estados Unidos também adotaram a brincadeira ligada a este dia, chamada "Trick-or-treat" (Travessuras ou gostosuras). Esta brincadeira tem origem em um costume irlandês do século IX, chamado "souling” (almejar). No dia 1º de novembro, Dia de Todos os Santos, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul-cakes" (doces de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada doce que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Estas orações, diziam, ajudavam os mortos a ir para o céu.

A outra brincadeira associada a este dia é a das abóboras e velas, denominada "Jack O'Lantern" (Jack da Lanterna), que também tem origem no folclore irlandês. Dizia-se que Jack era um alcoólatra grosseiro que, tendo bebido em excesso, morreu no dia 31 de outubro. Através de artimanhas consegue fazer com que o diabo não o leve para o inferno, mas por causa de sua vida desregrada, também não é aceito no céu. Ganha, porém, uma brasa do diabo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Por isso os nabos na Irlanda passaram a ser usados como lanternas do Jack. Como nos Estados Unidos as abóboras são mais abundantes, estas passaram a ser as "lanternas do Jack" nesse país. É assim que surgiram as abóboras com uma vela acesa dentro delas.

Para nós, luteranos, o dia 31 de outubro é dia de festa, mas da festa da Reforma da Igreja. Bruxas, Jack da Lanterna ou outras crendices populares são lendas que não têm qualquer fundamentação na verdade e podem influenciar crianças e adultos a seguirem costumes anti-cristãos. Como cristãos, devemos tomar cuidado para que esses elementos do folclore europeu e norte-americano de origem pagã não nos façam esquecer a Reforma, a qual nos trouxe o conhecimento da salvação pela fé em Jesus Cristo. Cuidemos ainda para que esses elementos não nos afastem da verdade que confessamos a respeito dos que já faleceram e da esperança que temos em relação aos que partiram na graça do nosso Salvador, de que estão guardados com Cristo para o dia da Ressurreição.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A FAMÍLIA E AS NOSSAS CRIANÇAS



Na última quarta feira o Jornal Hoje iniciou uma série de reportagens sobre a situação das crianças no Brasil. Constatou que a cada dia são registrados cerca de dezoito mil casos de violência contra crianças. Isto significa, em média, uma denúncia a cada quinze minutos.
Estes são os resultados práticos da proliferação da assim chamada "família moderna". Um tipo de "família" altamente instável e pouco duradoura, onde as pessoas não têm entre si laços firmes e permanentes, baseados na Palavra de Deus. Nestas "famílias" filhos são ou tornam-se, muitas vezes, um "empecilho". E muitos desejam livrar-se deste "empecilho". Grupos cada vez mais influentes lutam pela legalização do aborto, pois crianças estão se tornando "empecilhos" na liberdade da mulher em relação ao seu corpo. Pesquisas com células troncos embrionárias foram garantidas pela justiça, para que crianças ainda embrionárias não fossem um "empecilho" para o avanço da ciência. Crianças pequenas são deixadas com babás madrastas para que o pai e a mãe possam curtir uma noite de diversão ou são atiradas de um prédio abaixo para que não atrapalhem mais a vida de ninguém.
Nesta sociedade onde o que vale é a força do mais forte, as crianças, frágeis e dependentes, estão levando a pior. Não estamos cuidando direito das nossas crianças.
Está na hora de lembrar o que diz a Bíblia: "Os filhos são bênçãos do Senhor. São como flechas na mão do valente!" O próprio Jesus exalta o exemplo das crianças que confiam nele dizendo: "Deixem que as crianças venham a mim e não as impeçam, pois o Reino dos Céus é dos que são como estas crianças".
Querido leitor, muito longe de serem empecilhos, crianças são exemplo, são bênçãos e dádivas de um Deus amoroso que quer alegrar a nossa vida.
Dentro da família cristã é assim que elas são recebidas. Amamos e fazemos tudo pelos nossos filhos, queremos que cresçam saudáveis e sirvam a Deus com alegria, sendo úteis na construção de um mundo melhor.
A família, não a "moderna", mas a tradicional, é o ambiente correto e ideal onde as crianças devem nascer e serem criadas, no conhecimento e no amor de Deus.
Neste Dia das Crianças lembre de que as crianças têm direito, muito mais do que a um presente, a um lar pacífico onde elas possam ser educadas com todo o amor e carinho.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

HÁ UMA RATOEIRA NA FAMÍLIA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isto seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada.

O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

- Desculpe-me, Sr. Rato. Mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca e ela lhe disse:

- O quê, Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Caro leitor, há uma ratoeira na família. E o que você tem feito a este respeito? Já há tempos que a família vem sendo atacada, agredida e destruída, e qual tem sido a sua atitude?

“Abençoados com a presença de Deus” é o lema da Igreja Evangélica Luterana do Brasil no ano de 2008 e o foco está na família. Precisamos protegê-la, precisamos lutar por ela. E acima de tudo precisamos entender que apenas a presença de Deus em nossas famílias pode realmente transformá-las em famílias abençoadas.

Antes que a sociedade e o mundo morram por causa desta ratoeira que o diabo colocou na família, deixemos Deus nos abençoar com sua graça em Cristo, que transforma, reedifica, restaura. Querido leitor, que a leitura da Bíblia seja constante em sua família, que a participação nos cultos e estudos bíblicos seja uma prática. Abençoados com a presença de Deus podemos desarmar esta ratoeira.

(Ilustração retirada do estudo 2 do Caderno do PEM de 2008)

Veja esta mensagem no site do Jornal de Canela

sexta-feira, 23 de maio de 2008

ASSIM SERÁ NO DIA EM QUE O FILHO DO HOMEM SE MANIFESTAR

Seria um dia como outro qualquer para alguns casais recém casados da China. Escolheram uma bela paisagem para ilustrar seu álbum de casamento, próximo à cidade de Bailu.
Digo seria, se não fosse o trágico terremoto de 12 de Maio transformar completamente a paisagem.
Tudo estava pronto para o fotógrafo Wang Qiang capturar belas e românticas cenas na perfeita moldura da centenária Igreja Missionária Francesa.
Enquanto os casais se arrumavam para as fotos, Wang capturava algumas cenas da bela igreja quando num relance a viu desmoronar. Assustado gritou "Corram, corram!" Naquele momento o chão tremia e não dava para ver nada além do pó. Em dez segundos, grande parte da Igreja havia desmoronado.
As fotos capturadas por Wang nos convidam à reflexão.
As vezes nos concentramos tanto neste mundo sem perceber que num piscar de olhos tudo pode desmoronar. Nos preocupamos com tantas coisas que em dez segundos podem não significar mais nada.
Jesus Cristo é o fundamento à prova de terremotos. Quem nele confia não se ilude nem se decepciona. Pode o céu e a terra passar, mas ele permanece para sempre.
Felizes são aqueles que sabem que existe um Reino Eterno que será nossa casa para sempre. Nele não há surpresas, nem despedidas, nem dor, nem morte.
Será que vale a pena apostar que esta vida é tudo o que existe?
Querido amigo, creia nas promessas de Jesus e viva uma vida que jamais terá fim.

Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos.
O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos.
Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar.

Lucas 17.26-30

Fonte da Notícia e das Imagens: THE LEDE: The New York Times

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